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author/Wilson Figueiredo
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Descrição

Com uma seleção de artigos escritos entre 2003 e 2010, “De Lula a Lula: a arte de montar governos com palavras cruzadas” convida o leitor a repensar analiticamente os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lançamento da Gryphus Editora, o livro apresenta 25 artigos assinados por Wilson Figueiredo, 23 deles publicados no Jornal do Brasil e dois em Opinião & Notícia.O olhar apurado do jornalista busca reativar o debate sobre os traços permanentes da tradição política brasileira e republicana, reconhecendo a importância da ascensão de Lula em 2003. De retirante nordestino a Presidente da República, pela via sindical, Lula chegou ao Planalto após amargar três derrotas, a primeira para Fernando Collor em 1989 e as duas seguintes, 1994 e 1998, para Fernando Henrique Cardoso. Temas ligados a sua biografia remetem à identidade do Brasil e dos brasileiros: pobreza, migração, mobilidade social, potencial de invenção pela narrativa, e a força do patrimonialismo.


Detalhes do produto

  • De Lula a Lula: A Arte de Montar Governos com Palavras Cruzadas - Vol.2
  • Wilson Figueiredo, 132 páginas, publicado em 2016
  • Editora: GRYPHUS
  • ISBN: 9788583110729
  • Dimensões: 21,0 x 14,0 cm
  • Acabamento: Brochura
  • Área: Ciências Humanas e Sociais
  • Sub-área: Política


Sobre o Autor

Wilson Figueiredo nasceu em 29 de julho de 1924, em Castelo (ES). É mineiro pela categoria de San Tiago Dantas, ou seja, nascido fora de Minas, mas mineiro por formação. Estudou letras neolatinas na Universidade Federal de Minas Gerais e, neste período, tornou-se amigo de Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e outros. Estudante ativo, participou dos congressos da UNE de 1944 a 1946. Poeta na juventude, foi levado ao jornalismo pelas mãos do amigo Carlos Castello Branco, que o convidou a trabalhar na redação do Estado de Minas, em 1944. Naquele mesmo ano conheceu Mário de Andrade, a quem ciceroneou durante sua passagem por Belo Horizonte. Chegou ao Rio de Janeiro em 1957 e “bateu pernas” por algumas redações até ingressar no Jornal do Brasil, onde participou da reforma editorial e gráfica iniciada por Odilo Costa, filho. Após um período de ausência de dois anos, retornou ao JB onde ficaria por cerca de 45 anos como editorialista e redator. Considerado um dos mais respeitados nomes do jornalismo político brasileiro, seus textos são obrigatórios para quem deseja entender a fundo a história do Brasil, a partir da década de 1950.